Ficha técnica


Versão Dramatúrgica
João Maria André

Ideia cénica
e encenação
João Paulo Janicas

Cenografia
Carlos Madeira

Direcção Musical
Amílcar Cardoso

Canção
"Tão alegres que viemos!"
João Maria André
e Amílcar Cardoso

Desenho de Luz
Nuno Patinho

Figurinos
Carlos Madeira

Adereços
Teresa Paula Lopes
e Estela Melo

Caracterização
Teresa Paula Lopes

Penteados
Carlos Gago/Ilídio Design

Cartaz
Paulo Pratas

Livro-programa
Hugo Lobo

Apoio na dança
Paula Santos

Fotografia de cena
Paulo Pratas
(com Mariana Gomes)

Operação de som
João Portugal

Operação de luz
Nuno Patinho

Execução
de guarda-roupa
Ilintina Marques

Carpintaria
Inácio Trindade

Serralharia
Valdemar Margalho

Banda Sonora
temas de Amílcar Cardoso/João Maria André, António João Redondo/João Maria André, Luís Pedro Madeira/Bertold Brecht, João Lóio, Jorge Palma e outros


ELENCO DE ACTORES
E MÚSICOS


Fernando Taborda
Actor, Quixote e Doutor

João Afonso Cardoso
Jovem e Principezinho

José Manuel Carvalho
Baltasar e Esganarelo

Vítor Carvalho
Actor, Dédalo
e Vagabundo

Rui Damasceno
Actor, Mestre Ubu
e Dom Carnaval

Alexandra Silva
Actriz, Senhora Ubu, Marina e Mirita

João Fragoso
Duplo do Esganarelo, Ajudante da Creonte
e Marioneta/Actor

Gonçalo Noronha
Novo D. Quixote

Vítor Torres
Esopo/Nat/Bonifrates
e Truão

Maria Manuel Almeida
Actriz, Deolinda e Quijana/Vagabunda

Bárbara Janicas
Antígona e Andorinha Sinhá

Maria José Almeida
Creonte

Mariana Alves
Jovem e Columbina

Nuno Eufrásio
Jovem e Pierrot

André Pereira
Jogral

André Pereira
Percussão

Artur Providência
Piano

Hugo Oliveira
Percussão e sopros

João Afonso Cardoso
Guitarras e cavaquinho

João Fragoso
Baixo

Nuno Eufrásio
Guitarra acústica

Ofélia Libório
Voz


Produção
Cooperativa Bonifrates

Grupo subsidiado por

Direcção Regional
da Cultura do Centro
e Câmara Municipal
de Coimbra

Apoios

INATEL,
Ilídio Design
Diário As Beiras
Diário de Coimbra


NOTAS SOBRE O ESPECTÁCULO

O espectáculo “Tão alegres que viemos!”, com que a Bonifrates quer festejar o seu percurso de 30 anos de actividade, é o resultado de um longo caminho. Durou mais de um ano de trabalhos. Não continuamente mas em vagas: de ideias, de peças, de personagens, de escrita, de ensaios, de músicas…
Como o conceito que inventámos para a estrutura do espectáculo - não uma soma de quadros ou cenas, mas uma sucessão de vagas dramáticas, onde fluxo e refluxo, realidade e sonho, vida e jogo, actores e personagens, se envolvem entre si, sem interregnos. Como quem respira.
Como um ciclo que continuamente se repete e se completa - num ensaio que recomeça, nos sonhos de um velho actor e nos pesadelos dos meninos, nas histórias dos pais e nas descobertas dos filhos, em cada bonifrate nascido com alma de jogral…
Como se o rossio coubesse na betesga e a multidão de personagens, actores e músicos, à mistura com marionetas, restos de cenário e adereços, pudesse subir, sem horas contadas, ao palco-seis-por-seis desta garagem subterrânea.
Como na ideia de viagem que transparece no título da peça, “Tão alegres que viemos!”… - para que o lamento de Sancho Pança possa permanentemente ser negado pelo grito de D. Quixote, as aventuras contadas combatam sem tréguas as inquietações futuras e o sonho não sucumba à desilusão…

João Paulo Janicas

 



.